Estava a pensar nos desabafos de algumas pessoas quando afirmam que este Natal, o de 2012 e 2013, e vamos ver se não fica por aí, vai ser mais pobre. Eu não concordo com esta afirmação. Quem nunca teve um Natal decente – um prato de comida – não vai ter de certeza este motivo para afirmar. Mas se não tem o pobre que nunca teve um Natal, porque é que o resto das pessoas que comem todos os dias, repito, todos os dias, tem estas afirmações?
Só vejo aqui um motivo, o motivo financeiro, o motivo de que as pessoas esperam esse extra para pagar algumas dívidas, ou restabelecer o saldo que foram gastando desde o último extra; o de férias. Por isso mesmo não acho, que seja desculpa o não receber o extra para que digam que o Natal vai ser mais pobre.
Também sou suspeito, porque de todas as festas é a única que ADORO e faço questão de manter a tradição. A minha pergunta vai para aqueles que não gostam do Natal, esses qual é a razão de comentarem o subsídio? Talvez esses até sejam os mais correctos, porque se não gostam do Natal, pelo menos afirmam-no como sendo apenas pelo vencimento. Têm mais valor estas pessoas do que as falam que vão ter um Natal mais pobre.
Eu tenho sorte, pois nesse dia terei na mesma, como milhões de pessoas, um prato de comida na mesa. Também terei a sorte de contar com a presença da minha família que a par de mim, vibram com o Natal. As prendas! Bom, essas talvez sejam um pouco mais reduzidas, mas até culpar os cortes os subsídios a ir ter um Natal mais pobre vai uma demagogia tremenda.
Dia 24 de Dezembro, lá estarei entre os meus a vibrar com mais uma noite mágica e de certeza, que apenas me vou lembrar de todos aqueles que não têm um prato de comida e família para festejar. Ligo mais ao espírito que eu e a família empregamos e damos a essa noite do que ao rasgar das folhas com presentes. Esse espírito não vai ser cortado, esse espírito não vai ser retido no IRS e nem pagar imposto. Quando aos críticos que usaram a pobreza do Natal por causa dos cortes, apenas desejo que continuem a ter nos dias a seguir, o mesmo prato que vão ter nesse dia.
(Foto do Google Imagens)
Paulo Cadeiras 25-10-11
"...há estrelas que Brilham mais que outras, mas só porque estão mais próximas de nós..."
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Snooker VS Vida.
Hoje vou falar de um jogo que é disputado em cima de uma mesa com 6
buracos, com tacos e bolas. São variados os tipos de jogos que podem ser
disputados, mas o verdadeiro sentido deles é colocar as bolas nos
buracos. Mas não é apenas pelo jogo em si que escrevo, mas pela forma
como o relaciono com a nossa vida.
A mesa é a parte importante do jogo. Lisa e o mais nivelado possível, são peças fundamentais para que o jogo decorra como deve ser. Os tacos também devem ser de qualidade ou pelo menos bem direitos e com as pontas boas. O giz, que é colocado na ponta deles, serve para que o toque neles nas bolas sejam toques firmes. Claro está, as bolas com um pano bem limpo e uma mesa bem nivelada, ficaram sempre a mercê da mão do homem. Os cestos que recebem as bolas também fazem parte da mesa, que recebem as bolas para agrado de uns e não de outros. Falta falar ainda do triângulo, peça na qual alinha as bolas para o começo do jogo, dependendo do tipo de jogo.
E assim, na nossa vida tentamos ser como a mesa, lisos, imparciais, o mais nivelados que podemos. Os tacos são como as batutas que vamos usando nas nossas decisões, apontando a uns e a outros, atacando seres iguais a nós, tal e qual a força que empregamos nas bolas tanto para nosso bem ou para dificultar o jogo do outro. O giz, esse giz que protege a ponta do taco, aqui na nossa vida, identifico-o como um protector ou então como uma máscara que usamos, para que a dor que infligimos aos outros não seja tão óbvia. Claro está, o triângulo, todos precisamos de o ter, pois, a cada jogada, a cada final de má ou boa acção, usamo-lo para nos tornar o mais alinhado ser Humano! As bolas que vão tocando umas nas outras até entrarem nos cestos, são apenas o final da nossa acção, o produto da nossa jogada (boa ou má acção).
Mas chegando a uma conclusão, o jogo é ganho (dependendo de qual) quando se coloca a bola preta no cesto. É o mesmo na nossa vida, ganhamos, quando chegamos em primeiro, quando colocamos a última peça. Mas se virmos uma coisa, ao longo do jogo colocamos as bolas deixando a preta para o fim. Vendo bem, não importa muito conseguires ser o primeiro até à meta, pois só quando a cortas és o verdadeiro ganhador. No jogo de Snooker, até podes ter apenas a bola branca e a preta, mas se colocares a bola branca perdes. Perdes, na última jogada, apenas por uma bola.
Faz de ti um jogador consistente e nunca de fases. As decisões que tomas na tua vida podem ter muitos buracos, mas a decisão importante é em qual queres entrar. Bola preta, sempre!
(Foto Google Imagens
Paulo Cadeiras 24-10-2011.
A mesa é a parte importante do jogo. Lisa e o mais nivelado possível, são peças fundamentais para que o jogo decorra como deve ser. Os tacos também devem ser de qualidade ou pelo menos bem direitos e com as pontas boas. O giz, que é colocado na ponta deles, serve para que o toque neles nas bolas sejam toques firmes. Claro está, as bolas com um pano bem limpo e uma mesa bem nivelada, ficaram sempre a mercê da mão do homem. Os cestos que recebem as bolas também fazem parte da mesa, que recebem as bolas para agrado de uns e não de outros. Falta falar ainda do triângulo, peça na qual alinha as bolas para o começo do jogo, dependendo do tipo de jogo.
E assim, na nossa vida tentamos ser como a mesa, lisos, imparciais, o mais nivelados que podemos. Os tacos são como as batutas que vamos usando nas nossas decisões, apontando a uns e a outros, atacando seres iguais a nós, tal e qual a força que empregamos nas bolas tanto para nosso bem ou para dificultar o jogo do outro. O giz, esse giz que protege a ponta do taco, aqui na nossa vida, identifico-o como um protector ou então como uma máscara que usamos, para que a dor que infligimos aos outros não seja tão óbvia. Claro está, o triângulo, todos precisamos de o ter, pois, a cada jogada, a cada final de má ou boa acção, usamo-lo para nos tornar o mais alinhado ser Humano! As bolas que vão tocando umas nas outras até entrarem nos cestos, são apenas o final da nossa acção, o produto da nossa jogada (boa ou má acção).
Mas chegando a uma conclusão, o jogo é ganho (dependendo de qual) quando se coloca a bola preta no cesto. É o mesmo na nossa vida, ganhamos, quando chegamos em primeiro, quando colocamos a última peça. Mas se virmos uma coisa, ao longo do jogo colocamos as bolas deixando a preta para o fim. Vendo bem, não importa muito conseguires ser o primeiro até à meta, pois só quando a cortas és o verdadeiro ganhador. No jogo de Snooker, até podes ter apenas a bola branca e a preta, mas se colocares a bola branca perdes. Perdes, na última jogada, apenas por uma bola.
Faz de ti um jogador consistente e nunca de fases. As decisões que tomas na tua vida podem ter muitos buracos, mas a decisão importante é em qual queres entrar. Bola preta, sempre!
(Foto Google Imagens
Paulo Cadeiras 24-10-2011.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Era uma vez...
Como uma boa história, hoje começo assim!
Era uma vez e a ocasião deu em olhar
Era uma vez e nessa vez não a desperdiçou
Uma vez falaram
Uma vez trocaram ideias
Uma vez tocaram-se
E outra e outra vez…
Uma vez partilharam segredos
Uma vez guardaram outros segredos
Abriram os corações e neles guardaram
O bom e o mau!
Mas com tanta vez que passou
E só de uma vez
Se tornaram um casal!
Histórias nem sempre têm finais felizes, mas as minhas,
aquelas onde sou actor principal…têm!
Basta querermos ser nós a pegar no guião e sermos nós a
escrever. Nunca serei o realizador se não for eu a escrever a minha vida!
(Foto Google Imagens)
Paulo Cadeiras 11-10-2011
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Hoje sinto-me renovado, recauchutado, ou quem sabe podado como uma árvore prestes a receber a Primavera! Pouco a pouco, retomo o dia-a-dia que tanto me faz sorrir e que ultimamente, tem-me jogado para um semblante carregado e sem brilho.
Sabem que tenho uns olhos como tantos milhões de humanos? Sim, são os mais comuns ao cimo da Terra; são castanhos! Mas a diferença deles dos últimos dias, é mesmo o brilho fosco que os tem tornado naquilo que o meu rosto não está habituado; numa pedra fria...
Mas dizia eu, hoje encontrei de novo o meu caminho, as minhas pegadas. Fui um pouco atrás e apanhei o meu melhor caminho; o de querer e continuar a ser o Paulo Cadeiras, aquele rapaz que quer ser feliz comigo próprio e com os outros ao meu lado.
Obrigado a todos por me terem aturado nestes dias menos bons, obrigado também a mim próprio por ter conseguido mais uma vez, ultrapassar esta maré. Quem nasceu com um intuito de ser uma boa pessoa, nunca haverá nada que o derrube, mesmo que as marés sejam fortes!
Estou cá mais uma vez, para o que der e vier…
Paulo Cadeiras 28-09-2011
Sabem que tenho uns olhos como tantos milhões de humanos? Sim, são os mais comuns ao cimo da Terra; são castanhos! Mas a diferença deles dos últimos dias, é mesmo o brilho fosco que os tem tornado naquilo que o meu rosto não está habituado; numa pedra fria...
Mas dizia eu, hoje encontrei de novo o meu caminho, as minhas pegadas. Fui um pouco atrás e apanhei o meu melhor caminho; o de querer e continuar a ser o Paulo Cadeiras, aquele rapaz que quer ser feliz comigo próprio e com os outros ao meu lado.
Obrigado a todos por me terem aturado nestes dias menos bons, obrigado também a mim próprio por ter conseguido mais uma vez, ultrapassar esta maré. Quem nasceu com um intuito de ser uma boa pessoa, nunca haverá nada que o derrube, mesmo que as marés sejam fortes!
Estou cá mais uma vez, para o que der e vier…
Paulo Cadeiras 28-09-2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Tatuagem com Letra M........
Há séculos que o Ser Humano tatua o seu corpo de variadíssimas formas e maneiras. Há quem tatue desenhos e letras, há quem não goste e há quem gosta de ver, mas não em si. De qualquer forma, a tatuagem deve dizer sempre alguma coisa há pessoa.
Mas a tatuagem de que vos quero falar não é essa mas sim a que é tatuada dentro de nós e, ao contrário da que fica na pele e deve dizer muito à pessoa, esta que nos é cravada cá dentro, pode até dizer-nos Zero. É aquela tatuagem que apenas tem de semelhança com a da pele, o não se apagar! A pequena e grande diferença, a da pele com qualquer cirurgia sai já a do interior...
Contudo, também há aquelas que ficam no interior e que as queremos guardar para sempre, de tanto orgulho que nos dá, as ter dentro de nós. Eu tenho muitas mas também tenho as que não queria ter. Mas todas elas são importantes para mim! Hoje, vou tatuar mais uma, daquelas tipo nomes e vai começar com a letra M........
Vou tatua-la dentro de mim na parte das que me orgulham, não por ter sido apenas feliz mas porque aprendi, a ser lá feliz...
Como qualquer boa história ou filme, deve ter continuação se apenas houver aceitação. Se assim não for, fica sempre bem o tal...The End...
(Foto retirada do Google Imagens)
Paulo Cadeiras 27-09-2011
Mas a tatuagem de que vos quero falar não é essa mas sim a que é tatuada dentro de nós e, ao contrário da que fica na pele e deve dizer muito à pessoa, esta que nos é cravada cá dentro, pode até dizer-nos Zero. É aquela tatuagem que apenas tem de semelhança com a da pele, o não se apagar! A pequena e grande diferença, a da pele com qualquer cirurgia sai já a do interior...
Contudo, também há aquelas que ficam no interior e que as queremos guardar para sempre, de tanto orgulho que nos dá, as ter dentro de nós. Eu tenho muitas mas também tenho as que não queria ter. Mas todas elas são importantes para mim! Hoje, vou tatuar mais uma, daquelas tipo nomes e vai começar com a letra M........
Vou tatua-la dentro de mim na parte das que me orgulham, não por ter sido apenas feliz mas porque aprendi, a ser lá feliz...
Como qualquer boa história ou filme, deve ter continuação se apenas houver aceitação. Se assim não for, fica sempre bem o tal...The End...
(Foto retirada do Google Imagens)
Paulo Cadeiras 27-09-2011
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Lutar…palavra sem sentido para mim!
Com o tempo
apercebemo-nos das mudanças na nossa vida, basta olhar com “olhos de ver”. Mas estes
“olhos de ver” têm mais graduação com o passar da idade – quanto mais novos somos,
menos pensamento temos – e com o galopar da idade e com uma maior
responsabilidade, temos a tendência de aflorar as ideias sobre nós.
O ser humano
– falo humanamente de quem o quer ser – passa uma vida em constante “Luta” por
uma vida melhor ou quem sabe, pelo menos por manter a vida que tem! Mas há uma
coisa que eu sei; não gosto da palavra Lutar! Penso que não seja a palavra mais
indicada para expressar o esforço que todos fazemos nesta vida. E pensei nisto.
Há quem Lute
por um cargo, por um emprego, por um trabalho ou mesmo por uma namorada(o).
Há quem Lute
por levar por diante uma ideia estúpida aos olhos de todos, mas para ela ou ele
é como Deus para os cristãos. Há quem Lute mesmo a sério, com armas, com armas
brancas, Lutam por um assalto. Também há quem Lute por um cargo político e de político
não tenha nada! Sabe sempre bem Lutar por qualquer coisa, é nisto que eu vejo o
Mundo; todos a Lutarem por qualquer coisa.
Acabei por
dizer a mim mesmo o que tenho sempre dito; não gosto da palavra Lutar e não
vou Lutar, em nenhuma circunstância onde a palavra encaixe. Muito menos, vou
Lutar desenfreadamente por um objectivo, esquecendo a família e amigos,
passando e Lutando sem me aperceber que eles estão ali, que eles são eu e eu
sou eles!
Quem Luta
muito e se esquece dos próximos, acaba por ser o Luto deles ou mesmo ele
próprio, sem se aperceber que a Luta que travou foi sempre contra ele…
(Foto retirada
do Google Imagens)
Paulo
Cadeiras 22-09-2011.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Não sei se o chão que percorro é tão íngreme como este
Não sei, se ele se apresenta com curvas ligeiras ou apertadas
Não sei se ele é tão verdejante, e com o odor a Natureza como aqui é transmitido
E não sei, se ele é assim tão rústico aos meus pés!
Caminho nele, palmilho cada metro que me é apresentado
Não peço mais do que me é dado
Não exijo mais do que posso caminhar nele!
E a razão pelo qual caminho,
A razão primária pela qual ainda caminhe
Seja no final de cada dia, ter percorrido o que me foi oferecido!
E nunca o que exigi!
O que vou deixando para trás
Espero que seja consistente e firme,
Que me orgulhe e orgulhe quem me segue
Que faça dos caminhos tortuosos, mais anestesiantes
Que as tempestades não sejam mais que água para terra sedente
E que os trovões, não sejam mais que luzes, que fazem ver o caminho!
Marcarei o caminho como raízes fortes de árvores, raízes que se elevaram à superfície, gritando aos ventos e tempestades…
”Estou aqui, contem comigo!”
Poderão parecer à primeira vista obstáculos ou armadilhas, mas quem tenha a mente sem preconceitos, verá que estes socalcos criados por elas, não passam de degraus para a colocação dos pés. O grande objectivo da Humanidade é transformar os obstáculos em resultados aos problemas, em vez de criar ainda mais problemas com os obstáculos!
Nunca exijas um caminho perfeito, porque todos os caminhantes são imperfeitos.
Foto de Andre Lima
Paulo Cadeiras 12-09-2011
Não sei, se ele se apresenta com curvas ligeiras ou apertadas
Não sei se ele é tão verdejante, e com o odor a Natureza como aqui é transmitido
E não sei, se ele é assim tão rústico aos meus pés!
Caminho nele, palmilho cada metro que me é apresentado
Não peço mais do que me é dado
Não exijo mais do que posso caminhar nele!
E a razão pelo qual caminho,
A razão primária pela qual ainda caminhe
Seja no final de cada dia, ter percorrido o que me foi oferecido!
E nunca o que exigi!
O que vou deixando para trás
Espero que seja consistente e firme,
Que me orgulhe e orgulhe quem me segue
Que faça dos caminhos tortuosos, mais anestesiantes
Que as tempestades não sejam mais que água para terra sedente
E que os trovões, não sejam mais que luzes, que fazem ver o caminho!
Marcarei o caminho como raízes fortes de árvores, raízes que se elevaram à superfície, gritando aos ventos e tempestades…
”Estou aqui, contem comigo!”
Poderão parecer à primeira vista obstáculos ou armadilhas, mas quem tenha a mente sem preconceitos, verá que estes socalcos criados por elas, não passam de degraus para a colocação dos pés. O grande objectivo da Humanidade é transformar os obstáculos em resultados aos problemas, em vez de criar ainda mais problemas com os obstáculos!
Nunca exijas um caminho perfeito, porque todos os caminhantes são imperfeitos.
Foto de Andre Lima
Paulo Cadeiras 12-09-2011
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