Por fim os meus amigos comentaristas deram tréguas e deixaram de bombardear o meu blogue com impropérios. Foram umas semanas bastante agitadas, com muitas visitas, algumas até contínuas durante horas. Das promessas ficou apenas a intenção. Não tinham conhecidos nenhuns para me apresentar. Como podiam ter se os seus conhecimentos os abandonaram?
Mas por falar em intenção...vou falar do que interessa e o que prometi. Deixemos para trás as coisas insignificantes. Como já tinha dito aqui, vou prosseguindo pouco a pouco a minha aventura aqui e no meu portátil. Não estou com pressa e nem obcecado, mas a verdade é que lá vou percorrendo este novo caminho. Espero chegar a bom porto e depois lá ter algum barco que leve o meu trabalho.
Vou tentando sempre vir aqui mas agora com menos intensidade. Obrigado aos meus leitores e aos despeitores.
Estou a escrever este texto com a cabeça ainda meio azamboada de tão grande secura que foi a noite anterior.
Ontem foi a noite que o grupo de amigos e conhecidos escolheu para fazer o Jantar de Natal. Só uma correcção. Comer o jantar porque quem o fez fê-lo bem.
De todos os presentes faltou sem dúvida o grande ou largo (à escolha do freguês) Martins e à última hora Pedro Caracóis e Paula. Até a esta hora em que estou a escrever o texto não soube nada deles.
Boa, reunido o pessoal, foi hora de seguir até ao restaurante perto de onde vivem (pois eu agora já não conto nesta) e sermos recebidos num sítio bem aprazível.
Umas entradas foi o mote, para uma noite que ficará na memória de todos com diferentes estados de espírito.
Quinta só para nós, sala só para nós, karaoke só para alguns (os tímidos não beberam a bela vinhaça).
Em termos de comida repetiu quem quis, (claro, 4 pratos aqui pó miúdo) vinho não faltou, sumos (aqui ao que parece não era sumos tipo coca cola etc.), um geladinho no fim e um whisky para activar a digestão.
O melhor veio a seguir, quando os graus do álcool galoparam dentro destas cabecinhas, esquecendo as nossas profissões e dando auge a uma desconhecida. Cantores.
Tiveram em grande aqui o menino, o Tózé, o Vasco e a seguir uma rima de pessoal. Houve de tudo, baile, grandes canções e actuações, palmas para os cantores.
Mas o ponto alto estava guardado para as senhoras. Pegam nos microfones e dedicam uma música aos homens….uiiiiii, terrível.
Mesmo assim ajoelhámos diante daqueles monumentos e ouvimos como sendo crentes nos dotes vocais delas.
No final ficou bem patente porque é que são tão boas donas de casa.
Mas não foi tudo um mar de rosas, também houve quem não gostasse e isso é normal, não podemos gostar tudo do mesmo.
Quem gostou ficou quem não gostou ou porque não podia ficar foi embora.
Agora uma conclusão.
Nem eu nem quem organizou desta vez fomos destacados ao inicio, se bem que todos anos fazemos o jantar de Natal nos chamados enfarda para dentro e até hoje tem sido bom. Simplesmente fiz o mesmo que muitos, ligar ao pessoal, combinar, ligar a uns restaurantes, este espírito ou trabalho é repartido por todos nesta época. Mas este ano o Marcolino deu o seu contributo e junto com o Vasco descobriu bem perto de casa este lugar. Fui um dos primeiros a criticar porque me parecia ser vago a ideia que seria bom. Mudei de opinião quando realmente vi que poderia ser diferente de anos anteriores. Ao fim de uns contactos, aquele núcleo mais barbudo, vi que tinham também vontade de outras coisas diferentes.
Tivemos uma noite só nossa, dentro de um grupo de amigos que pôde falar à vontade, rir, cantar, beber dançar…e isto tudo só para nós. Isto paga-se, estes ambientes pagam-se. As amizades também têm um preço. Disse lá em bom som (no microfone) que agradecia ao Marcolino e Vasco por nos terem proporcionado o melhor Jantar de Natal de sempre e reafirmo aqui.
Quem saiu cedo de mais foi a escolha que fez e só temos de aceitar, mas como o texto é meu permito-me dizer isto.
Quem viu no seu interior o espírito da amizade, manteve-se no interior da sala ao lado dos seus amigos.
Disse que ontem foi o Jantar de Natal?
Enganei-me. Ontem foi o CONVIVIO DE NATAL DOS AMIGOS DE SEMPRE PARA SEMPRE.
Quando no outro dia falei que certos acontecimentos vão aparecendo na nossa vida ao mesmo tempo conjugados com outros, ontem deparo-me com a reportagem da SIC onde diziam que ninguém está livre de ser invadido por vírus, pessoas que comentam nas nossas páginas com nomes fictícios e não nos é permitido saber mais nada. Também eu ando a ser muito comentado nos últimos tempos.
Mas dizia a reportagem que não há maneira de descobrir nada, cabendo-nos aceitar os factos e ter de levar com esses emails ou não ligar.
O mais ingrato é que ainda por cima essas pessoas, utilizando o título de um filme de 1997 " I´m Watching You", parecem que o fazem nas nossas páginas com a maior tranquilidade.
Devem estar lembrados de anúncios de televisão do tipo.
" Quem quer dinheiro vai ao Totta."
Ou este:
"Ambrósio apetecia-me algo. Sim senhora. Tomei a liberdade de pensar em Ferrero Rocher."
E qual a diferença entre eles? E qual a semelhança?
Tanto no primeiro como no segundo há uma clara evidência de alguém querer vender um produto. No primeiro dizem logo à cabeça que é isto e mais nada, queres, vai lá. No segundo já há uma outra classe, já há um pedido formal e só depois nos convencem. Mas reparem na subtileza da resposta…"Tomaram a liberdade…".
As diferenças são que no primeiro oferecem mas com contrapartidas. No segundo não, pagas no acto da compra e é todo teu.
Mas que raio de conversa, certo?
É que estes últimos dias também a mim me ofereceram algo, não sei o que e nem sem porque. Mas o melhor é que nem sei se tenho de dar contrapartidas.
Só mais uma coisa. Não sei se o nome é Ambrósio, mas se assim for é um bonito nome. Vou aguardando.
Já nos vamos habituando ou tentando habituar a isto. O meu avô regressou hoje novamente a casa e a ver se desta já não volta ao hospital. Desta vez uma infecção pulmonar fez com que regressasse ao hospital mas já está controlada e medicado. Está de novo em casa e desta vez para ficar de vez, assim os esperamos. Amanha começa Dezembro, o mês do Natal e também o Acácio adora o Natal. Contamos contigo velhote.
Lá está o que eu disse... Uns dias bem outros menos bem... O meu avô lá foi hoje para o Hospital mais uma vez... Vamos ver se desta vem rápido para casa.
Quando abri o blogue nunca pensei que o iria manter até agora e que iria ter comentários.
Pensei que seria mais um blogue como muitos na WEB. Passados os primeiros meses, tenho recebido vários comentários.
Uns agradáveis, outros que me fazem ver uma outra perspectiva do assunto, outros com muita ironia e os que nem sequer dá para falar.
Entre os comentaristas, aparecem aqueles com o nome, outros com anónimos e outros que são baptizados todos os dias com um nome diferente.
E é para este grupo de comentaristas que me dedico hoje um pouco. Tentei hoje durante a tarde, perceber o que faz uma pessoa que comenta barbaridades numa página de outra pessoa.
No meu entender o mundo destas pessoas deve ser demasiadamente insignificante, ao ponto de terem um mísero prazer quando invadem um espaço alheio, se bem que é uma página na internet.
Estas pessoas devem viver o dia-a-dia numa frustração tão grande, mas tão grande, que a razão de viver para essas pessoas passa simplesmente por conseguirem ser obtusos e não verem que cada tiro que dão vai-lhes para os pés. Passo a explicar.
Estes últimos comentários vêm duma pequeníssima facção do concelho onde moro e tem a ver com a política. Ora estes senhores que se dizem políticos ou futuros políticos, neste caso com responsabilidades futuras ou não, deveriam já neste momento treinarem-se tanto a nível educacional como intelectual. Estes senhores sem nível pessoal como a nível estatal, e que se intitulam como anónimos e uma salada de frutas de nomes, não conseguem saber o que é um IP. Não sabem que com conhecimentos de informática, com amigos informáticos e para não falar de outras instâncias que é tão fácil depois de saber os IPS saber quem são as pessoas. Deixo só uma coisa. Um de vocês tem um IP estático e o outro é renovável e tenho-os todos guardados. Mas uma coisa é certa. Mesmo sabendo quem vocês são, só me dá vontade de rir quando imagino a vossa cara em frente a um PC a escreverem barbaridades, a puxar tanto pelos neurónios por demais queimados. Depois ficam à espera de verem o vosso comentário publicado, para darem uma gargalhada infantil mas muito correcta para quem tem uma maturidade igual. Criançolas. Quer ser isto Doutor.
Agora imaginem isto. Um campo de futebol com balizas. Eu sou a equipa de casa e vocês os visitantes. O jogo vai começar e cada remate (comentário) que forem dar, vai bater no poste. Ó pá assim não dá né? Azar, o árbitro sou eu. Mas disse que eram tão insignificantes que nem aproveitava nada deles. Errado. De 0 a 10 valem 0,5, e é mesmo esse 0,5 que me faz estar aqui a divertir-me a escrever sobre eles.
Depois ainda há outra coisa. Eu sou sim militante do meu partido, não sou vira casacas e nem sou independente mas respeito todos ao contrário de muitos. Só mais uma coisa, o meu nome é mesmo Paulo Cadeiras e dou a cara.
A todos os comentaristas que não estão neste grupo e sabem quem são...estas palavras não são para vocês.