segunda-feira, 22 de agosto de 2011


A escrita vista por um modo mais básico, por uma pequenez da visão humana, não passa de um aglomerado de caracteres, os quais, ensinaram-nos que são letras do abecedário, números e sinais. Até aqui qualquer pessoa deve estar de acordo…p+a+i = Pai e por aí adiante.

Mas numa visão mais profunda - pelo menos é o que se quer retirar de quem junta as tais letrinhas – cada palavra que vai nascendo e compondo frases, são nos oferecidas de várias maneiras. Podem ser básicas, podem ter um sentido imaginativo – fazer com que o leitor dê azo à imaginação – frases que incomodam, frases que obrigam o leitor a ler duas e três vezes e isto tudo junto, dá uma epopeia de sentimentos que os tais ditos caracteres nos conseguem dar.

E o cantinho deles, a casa deles, ainda continua a ser em páginas e páginas de livros, revistas e recentemente no on-line! Mas fico na minha, desfolhar um livro página a página e sentir o marcador a passar por cada folha que vamos lendo, sentir a textura da capa, é um sabor que nunca a Internet nos poderá oferecer. Mas comecei por dizer que o que importa ainda mais, é o que neles contêm e por isso, se puderem, abram por vezes um e deixem que ele vos consuma. Nunca é o leitor que consome um livro, mas sim o que contem dentro do livro que agarra o leitor.

Deixem-se agarrar por uma leitura…ou pelo menos, por esta excelente Foto que mostra uma boa quantidade deles!

(Foto de Mafalda Duarte)

Paulo Cadeiras 22-8-2011

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