Sentiu que estava diferente e não sabia porquê
Nem mesmo soube, se o que sentia era tão diferente assim.
O que estava dentro dele?
Mas ele queria saber a diferença?
Uma Sensação de frieza num corpo quente
Num corpo que esconde a verdadeira diferença
Que encobre a verdadeira das verdades.
Mas ele queria saber a diferença?
Rasgou o peito como quem rasga
Uma qualquer peça de roupa velha
Consumado depois em trapos.
E era assim que ele se sentia
Num trapo velho, rasgado
Mas ele queria saber a diferença?
Confuso, cozeu o peito com linhas direitas
Num corpo belo, mas num peito tortuoso
E a Sensação da sua diferença
Era a sua indiferença.
Por fim descobriu que ele era indiferente com todos.
Procura saber seres sempre diferente, mas nunca Indiferente.
Não te tornes e nem faças os outros serem um trapo velho!
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