"...há estrelas que Brilham mais que outras, mas só porque estão mais próximas de nós..."
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
domingo, 22 de agosto de 2010
Grandes são os Homens...

"...e todos os dias aquela criatura entrava cedo ao trabalho. Não sabe o que é chegar tarde ou mesmo faltar, excepto por questões de última hora. Resumindo; não gosta de faltar e por isso levar a sério o que faz, independentemente do seu trabalho estar ou não na escalas das importâncias laborais, se é que isso existe. Era então um trabalho que fazia por gosto e pelo mesmo gosto se pautava o que sentia pelos colegas de trabalho. Mas os anos fazem moças...(continua)"
A felicidade deveria ser encarada por todos como um todo, um absoluto que por vezes não se consegue alcançar mas pelo menos tentar captar o máximo do que a vida nos concede. Mas o captar não é o mesmo que roubar a felicidade aos outros nem muito menos fazer a outra pessoa infeliz. A felicidade constrói-se no nosso interior e nunca pelo nosso exterior, e por isso mesmo não se poder comprar e nem adquirir por mãos alheias. Nunca serás feliz se te derem de bandeja a Felicidade e porquê? Porque não se serve à mesa.
Ainda há outra coisa que realmente me faz confusão que é uma coisa muito simples de compreender, mas muito difícil de aceitar. Se queremos ser felizes é porque no geral queremos ter a uma escala Mundial um Mundo melhor. Numa escala muito mais diminuta,
queremos ser felizes nas nossas casas, nos nossos trabalhos, enfim, no nosso Mundo do dia-a-dia. Até aqui não há nada de especial, certo? Então expliquei-me uma coisa, porquê que há tanta gente que procura ser feliz e no entanto fica feliz pela infelicidade do outros? Mas consegue-se ser feliz quando outro não o é? Mas como é possível desejarmos que aquela pessoa seja infeliz ou pelo menos que não o seja mais que nós?
"...ou pelo menos sentia que vão olhando de uma maneira diferente, vão achando que está mais velha, mais perigosa? Mais sábia e por fim uma ameaça? Talvez já não consigam olhar do altar bem construído, mas assente em varas e não em pilares de betão. Aquela criatura que cresceu com os anos e que sempre quis o bem para o seu trabalho, hoje vê-se na situação de escolher entre o ter de trabalhar para manter as suas despesas, em detrimento do gostar do trabalho. Ela gosta; porque a Felicidade dela passa por ser Feliz no seu trabalho. A Felicidade está sempre onde ela está, nem que por isso não veja a infelicidade nos outros..."
Altares foram construídos por alguma razão, mas as pessoas que lá se sentam não podem ser construídas. Para seres feliz nunca o podes ser, quando fazes o outro infeliz, ou quando descobres que essa mesma pessoa encontrou a Felicidade e é Feliz e por outro lado ficas chateada por isso. Passas a olhar para essa pessoa de maneira diferente só porque a simples razão é a de ela estar bem????
"Grandes são os Homens; que olham de baixo para cima e não o contrário"
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Algumas Frases...63
"O problema do ser Humano em relação ao Mundo, é vê-lo com olhos de proprietário e não de inquilino. Nunca mandarás na Natureza, apenas a podes ludibriar"
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Algumas Frases...62
"Tudo na Vida tem solução só que por vezes, a solução não é compreendida pela nossa razão"
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Castelos Sombrios.
Quem não gostaria de morar num Castelo, nem que fosse por apenas um ano, 6 meses, um mês ou mesmo uns dias. Eu gostava. Gostava de experimentar o sabor que a realeza saboreou lá muitos anos atrás. Sim, muitos anos atrás, não falo destes Reis de agora, mas sim dos antigos.
Gostava de sentir o que sentiam os grandes Nobres, a sua alteza sobre os mais fracos, sentir o que sentiam quando se divertiam com o “Bobo” da corte, saborear a dízima e escorraçar os que fugiam a ela. Gostava que por momentos, alguém se ajoelhasse perante mim e beijasse a minha mão.
Gostava de sentir a humilhação criada por mim e infligida nos mais oprimidos, gostava de dar grandes banquetes para todos os chegados e no fim deitar os ossos ao lixo, e rir-me que nem um perdido ao ver os famintos que nem cães a roer os restos de carne. Esses restos deixados, são restos que ficavam porque em cima da mesa havia tanta carne, que nem sequer nos dávamos ao trabalho de os limpar bem.
Quando precisasse de sair do Castelo seria transportado numa luxuosa carroça puxada por esbeltos cavalos, passaria ao lado dos “pés rapados” que caminhavam sem calçado. Que bom que seria… viver num ano qualquer do século XIX ou XV, ou um à vossa escolha. Dizem vocês; “Sempre a pensar na grandeza”…muito pelo contrário.
Gostava de sentir na pele estes sentimentos, para distinguir se o que sinto pelas pessoas seria o mesmo que muitos Reis e Nobres do antigamente, e se mudando o nome ao Titulo mudou alguma coisa! Hum…tenho dúvidas. Mas o que leva uma pessoa a tratar mal a outra? Essa pessoa não é feita da mesma matéria da que vai ser atingida? A que atinge não sente o mesmo se fosse o contrário? Que raio de ideia em tentar exterminar o que somos, quando exterminamos um igual? Não precisamos dele? Não aprendemos com ele?
Penso que nem foi preciso e retiro o que disse; “ Não gostava de sentir nada disto”. Só foi preciso escrever e pensar, como são repugnáveis certos comportamentos. Foi assim nos anos 14… (ups, não consigo escrever o ano) …14… (não consigo, o teclado está encravado).
(o teclado está a escrever sozinho) …“Hoje em 2010, o mesmo se passa, mas com outro nome, outros personagens e os mesmos “pés rapados”. Outros figurantes entraram na cena mas os realizadores são os mesmos; parece que herdaram os mesmos pergaminhos. Queres entrar na peça?”
Não! Não quero entrar na peça, não quero ser mais um Rei, recuso-me a pertencer aos que mal tratam um igual a mim.
(de novo o teclado) …“Então serás um “pé rapado ou um figurante”
Sabem o que devemos fazer perante isto? Desligar o Computador e não ouvir estas baboseiras que me quer impingir. Vou ser sempre eu e nunca o que querem que eu seja!
“Shut Down”
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Qual o oposto?

Porque será que sou forte e ao mesmo tempo tão frágil?
Porquê que este corpo que tanto ri, mas por outro lado chora outro tanto?
Porquê que sou tão estável e ao mesmo tempo instável?
Porquê que sou tão quente e ao mesmo tempo tão frio com as pessoas?
Já agora; porquê que tenho tanto orgulho, no que sou, se sou de tantos extremos?
Será que é mesmo assim, experimentar os opostos para escolhermos entre eles?
Serão testes às minhas perguntas estas modificações constantes?
Mas há uma coisa, que ninguém pode testar; a minha Amizade. Não há extremos aqui, não há testes, não há forma de conseguirem levar-me para o outro lado oposto. Prezo-a por demais para deixar-me levar para o buraco do egoísmo, do cinismo e do mal dizer perante os amigos. Recuso-me e resisto a esse pecado.
Será que não estou certo, em afirmar que a verdadeira Amizade é um sentimento extra-humano, na sua melhor pureza?
Todas as outras questões que fiz a mim próprio; penso que é por ser Humano…